segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Nossa Senhora das Flores

Nossa Senhora das Flores ou Madona das flores de Bra
A tradição secular conta que na periferia da cidade de Bra, em Cuneo, Nordeste da Itália, na estrada que hoje conduz a Turim, existiam duas trilhas campestres que se uniam num só caminho, conduzindo ao centro habitado.

Nele havia um muro de pedra, circundado por olmos, plátanos e arbustos de ameixas silvestres, com um nicho contendo singela imagem de Nossa Senhora, pintada por mãos inábeis.

No frio anoitecer de 29 de dezembro de 1336, uma jovem esposa de nome Egídia Mathis, quase no final da gravidez, voltava para casa, quando foi assediada por dois soldados mercenários, mal-intencionados, que queriam violentá-la.

Desesperada, não sabendo como se defender de ambos, Egídia correu agarrando-se à imagem de Nossa Senhora, caindo de joelhos e invocando o seu auxílio.

Inesperadamente, uma luz muito forte jorrou do nicho, cegando os dois soldados, que fugiram apavorados.

Em seguida, Nossa Senhora tornou-se visível a Egídia, reconfortando-a por alguns minutos e assegurando-lhe que o perigo havia passado.

A moça, cansada da exaustiva corrida, teve antecipadas as dores do parto e deu à luz um menino, entre os arbustos das ameixeiras silvestres, ressequidos pelo rigoroso inverno.

Ao lado dela, permanecia Nossa Senhora a confortá-la com doces palavras.
Egídia, após ter recobrado as forças, agradeceu a bela Senhora, e, com o recém-nascido nos braços, envolto numa mantinha, conseguiu chegar a uma casa das proximidades.
O MILAGRE DAS FLORES EM PLENO INVERNO
A notícia da prodigiosa aparição se espalhou: apesar da hora tardia, uma multidão acorreu ao local da agressão e da aparição, onde a aguardava um espetáculo extraordinário:

as ameixeiras silvestres ressequidas - como em cada inverno -, que rodeavam o nicho onde estava Nossa Senhora, de súbito tornaram-se maravilhosamente floridas, cobertas de flores brancas, apesar do clima rigoroso daquele final de dezembro.

Surpresa maior, porém, foi verificar que, as que estavam mais distantes do referido muro, continuavam sem flores.
Desde então, a cada inverno se repete o misterioso e excepcional desabrochar das flores brancas de Nossa Senhora, com antecipação de três meses.

Assim surgiu em Bra a devoção à Nossa Senhora das Flores, que recebeu, imediatamente, sua primeira capela, no local da Aparição.

Em 1626 esta capela deu lugar a um Santuário onde foi erguida uma alta coluna para a estátua da Virgem, no meio das ameixeiras

O INEXPLICÁVEL FENÔMENO DAS FLORES NO INVERNO E A CIÊNCIA
Para tristeza dos que não crêem e alegria dos que têm fé, aparecem cada vez mais fenômenos religiosos que a ciência só pode definir como inexplicáveis.

O papel do cientista não é declarar que algum acontecimento é ou não milagre.

Isso corresponde às autoridades religiosas.

O papel dele é analisar com rigor científico os dados apurados e verificar se há ou não uma explicação do ponto de vista das leis admitidas pela ciência que ele estuda.

Um médico especialista em câncer, por exemplo, não pode decidir se houve milagre em determinado caso de cura. Ele apenas analisa se uma cura que ocorreu é possível ou provável de acordo com a prática médica.

Após isto ele emite o veredicto: tal fato é explicável; ou é inexplicável.

Vejamos o exemplo de um fato inexplicável de acordo com o veredicto dos cientistas. Um fato que se repete há mais de 600 anos, e vem sendo analisado de forma científica há quase 300 anos, que é o milagre de Nossa Senhora em Bra.

Um florescimento impossível

Como se sabe, no inverno não desabrocham flores, e o motivo é simples: a temperatura não permite que elas floresçam.

Quando neva, as dificuldades para o surgimento das flores aumentam ainda mais. Isso é até uma banalidade para qualquer pessoa que viva em regiões com as quatro estações bem definidas.

Na Itália há um arbusto da família das rosas (o nome científico é Prunus spinosa L.), que alcança três metros de altura e é muito usado para erguer cercas vivas ao redor de jardins. Floresce de março a abril, ou seja, na primavera.

Mas num local da cidade de Bra, naquele país, as flores aparecem em dezembro, portanto no inverno, e duram ao redor de 20 dias, mas tem acontecido de durarem muito mais.

Isto ocorre independentemente de haver ou não sol, ou se existe pouca, muita ou nenhuma neve.

Mais chamativo ainda é o fato de plantas do mesmo tipo, cultivadas na vizinhança, não se comportarem assim; e quando uma muda desta planta é levada para outro lugar, ela segue comportando-se de forma excepcional.

Estudos científicos sobre o florescimento impossível de Bra têm sido feitos desde 1700 pelo Jardim Botânico da Universidade de Turim.

Em 1882, Giuseppe Lanvini declarava que “o fenômeno transcende as leis físicas e biológicas”, confirmando o parecer emitido em 1817 por Lorenzo Roberto, químico e agrônomo de Alba. Em 1974, Franco Montacchini, que depois tornou-se diretor do Jardim Botânico, diagnosticou a perda do normal termoperíodo por parte da planta, e acrescentou: “Necessitaríamos determinar o motivo disto”.

Um dos mais famosos botânicos italianos, Augusto Béguinot, depois de rigorosas comparações das análises químicas realizadas em plantas comuns desse gênero (Prunus) e nesta planta Prunus extraordinária (as análises confirmaram que elas são idênticas), excluiu que o florescimento em dezembro seja devido a “alguma qualidade específica que se possa constatar quimicamente”.

Com humildade ele conclui:
“Como cientista, não conheço e não uso a palavra milagre, mas justamente como cientista devo dizer que as leis naturais que dirigem a vida dos Prunus spinosa não são suficientes para explicar este fenômeno extraordinário de um duplo florescimento”.*

Seria facílimo para os incrédulos, ou para os inimigos de nossa Religião, constatar e demonstrar alguma falsidade no caso, se ela existisse.

Tendo a ciência e a técnica chegado a grande desenvolvimento, ficariam eles encantados em mostrar ao mundo um caso de tapeação, acobertado sob a aparência dum milagre.

Poderiam, por exemplo, procurar algum documento histórico que demonstrasse a existência desse fenômeno antes de 1336.

Não faltariam tais documentos num país como a Itália, que conserva a tradição de guardá-los cuidadosamente desde o Império Romano. Também poderiam realizar outros tipos de testes científicos, buscando uma explicação natural.

Acontece que esses testes foram realizados. Alguns analisaram o terreno, para verificar se por algum motivo a terra onde se encontra a planta é diferente do solo dos arredores.

Nada encontraram.
Outros realizaram provas eletromagnéticas, pensando que talvez alguma corrente subterrânea pudesse provocar fenômeno tão estranho. Igualmente ficaram desapontados.

Apenas puderam constatar, como cabe aos cientistas, que o fenômeno é inexplicável.
http://rezairezairezai.blogspot.com.br/2011/01/aparicao-de-nossa-senhora-das-flores.html
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A tradição secular conta que na periferia da cidade de Bra, em Cuneo, nordeste da Itália, na estrada que hoje conduz à Turim, existiam duas trilhas campestres que se uniam num só caminho, conduzindo ao centro habitado. Nele havia um muro de pedra, circundado por olmos, plátano e arbustos de ameixas silvestres, com um nicho contendo uma singela imagem de Nossa Senhora, pintada por mãos inábeis.

No frio anoitecer de 29 de dezembro de 1336, uma jovem esposa de nome Egídia Mathis, quase no final da gravidez, voltava para casa por esse caminho, quando foi assediada por dois soldados mal intencionados. Desesperada, não sabendo como se defender de ambos, Egídia correu até cair de joelhos diante da imagem de Nossa Senhora invocando seu auxílio. Uma luz muito forte saiu do nicho e atingiu os dois soldados que fugiram apavorados.

A moça, cansada da exaustiva corrida, teve antecipado as dores do parto e deu a luz a um menino entre os arbustos das ameixeiras silvestres, ressequidos pelo rigoroso inverno. Ao lado dela esteve todo o tempo Nossa Senhora que a confortava com doces palavras e envolveu a inocente criatura uma cândida mantinha. Logo depois, Egídia recobrou as forças, agradeceu a bela Senhora, e com o bebê nos braços foi rápido para casa.

Os parentes, sabendo da prodigiosa aparição, espalharam a notícia enquanto se dirigiam ao local, mas lá não encontram nada, a não ser as ameixeiras silvestres maravilhosamente floridas, apesar da rígida estação. A surpresa maior foi notar que as que estavam mais distantes do referido muro, continuavam sem flores. Desde então, a cada inverno se repete o misterioso e excepcional desabrochar das flores brancas de Nossa Senhora, com antecipação de três meses.

Assim surgiu em Bra a devoção à Nossa Senhora das Flores, que teve logo sua primeira capela, no local da aparição à Egídia. Em 1626 ela deu lugar à um Santuário e foi erguida uma alta coluna para a estátua da Virgem, no meio das ameixeiras.

Nossa Senhora das Flores, rogai por nós!

fonte:http://www.a12.com/santuario-nacional/formacao/detalhes/nossa-senhora-das-flores
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Nossa Senhora gosta de flores?
Sabe, acho que Nossa Senhora ama as flores. Tem uma porção de histórias dela com flores. Essa que vou contar agora é linda e pouca gente conhece no Brasil…
Prunus spinosa L.

O milagre
Todos os anos, numa cidadezinha da Itália, chamada Bra, acontece um milagre: um arbusto da família das rosas (o nome científico é Prunus spinosa L.) floresce em pleno inverno. Os botânicos estudiosos dessa planta dizem que isso é impossível, pois deveria florescer de março a abril como todas as de sua espécime, ou seja, na primavera.

E isso é possível???
Já disse: só por milagre. É que onde está a planta, a muito tempo atrás, no dia 29 de dezembro de 1336, Nossa Senhora apareceu. Foi assim…

Como tudo começou…
Num dia frio de inverno, uma mulher, Egídia Mathis, voltava para casa por uma estrada deserta, quando foi cercada por dois soldados. Percebendo as más intenções deles, Egídia olhou para os lados desesperada, temendopela vida de seu bebê, pois estava grávida. Não havia ninguém por alipara a salvar, só uma Capelinha de Nossa Senhora (é que as famílias tinham o costume de fazer pelo caminho esses pequenos oratórios, por alguma graça alcançada). Pensou: “Nossa Senhora me salve, salve o meu bebê!”
A redor da capelinha havia uma planta de Prunus spinosa. Nesse momento apareceu Nossa Senhora, toda iluminada. Não sei se os bandidos também a viram, mas viram a luz e saíram correndo aterrorizados. Egídia ficou tão emocionada que seu bebê nasceu ali mesmo, mas Nossa Senhora a amparou e o bebê ficou bem. Pegando o filhinho recém-nascido, Egídia foi para casa dos pais e contou tudo o que aconteceu. Eles foram ao local do fato e viram um milagre: a planta ao redor do oratório continuava sem nenhuma folha, mas completamente florida. Assim acreditaram em Egídia.

Eu acho que Deus permitiu que Nossa Senhora salvasse a mãe o o bebê e que até hoje essas flores apareçam fora de época, para que as pessoas não esqueçam que Ele ama e defende a vida das crianças que ainda não nasceram. E você, o que acha?

Quer colorir minha Nossa Senhora? Desenhei com muito carinho pra você. É só clicar nela para ampliar e imprimir…

Curiosidade
Essa derruba qualquer argumento de quem não acredita em milagres: a primeira flor aparece dia 8 de dezembro, dia da Imaculada Conceição.

Quer mais?! Ao longo dos séculos apenas em três ocasiões o florescimento deixou de existir:
1) No inverno de 1877 não floresceu na data de sempre, o papa que promulgou o dogma da Imaculada Conceição, Pio IX, estava morrendo. Então foi eleito o Papa Leão XIII que amava muito Nossa Senhora, então no mesmo dia as flores abriram;
2) No inverno de 1914, às vésperas da Primeira Guerra Mundial, as flores não apareceram;
3) No inverno de 1939, às vésperas da Segunda Guerra Mundial, nada de flores.

Bra-Itália
Se um dia, você for passear na Itália, lá pras bandas de Bra, traz uma mudinha da Prunus spinosa do Santuário da Madonna dei Fiori pra mim, por favor, que vou ficar muito feliz. Fica com Deus.

Pesquisa:http://www.citsnet.it/cits2011/index.php?option=com_content&view=article&id=170&Itemid=177

fonte:http://blog.cancaonova.com/amigosdoceu/2012/09/24/nossa-senhora-das-flores/

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Nossa Senhora das Flores de Bra
Devoção mais conhecida na Itália como Madonna dei Fiori tem sua origem num fato inexplicável, mas comprovado, que se repete há 673 anos: os arbustos que florescem em pleno inverno.

Valdis Grinsteins

O papel do cientista não é declarar que algum acontecimento é ou não milagre. Isso corresponde às autoridades religiosas. O papel dele é analisar com rigor científico os dados apurados e verificar se há ou não uma explicação do ponto de vista das leis admitidas pela ciência que ele estuda. Um médico especialista em câncer, por exemplo, não pode decidir se houve milagre em determinado caso de cura. Ele apenas analisa se uma cura que ocorreu é possível ou provável de acordo com a prática médica. Após isto ele emite o veredicto: tal fato é explicável; ou é inexplicável.Para tristeza dos que não crêem e alegria dos que têm fé, aparecem cada vez mais fenômenos religiosos que a ciência só pode definir como inexplicáveis.

Vejamos o exemplo de um fato inexplicável de acordo com o veredicto dos cientistas. Um fato que se repete há mais de 600 anos, e vem sendo analisado de forma científica há quase 300 anos.

Um florescimento impossível

Como se sabe, no inverno não desabrocham flores, e o motivo é simples: a temperatura não permite que elas floresçam. Quando neva, as dificuldades para o surgimento das flores aumentam ainda mais. Isso é até uma banalidade para qualquer pessoa que viva em regiões com as quatro estações bem definidas.

Na Itália há um arbusto da família das rosas (o nome científico é Prunus spinosa L.), que alcança três metros de altura e é muito usado para erguer cercas vivas ao redor de jardins. Floresce de março a abril, ou seja, na primavera. Mas num local da cidade de Bra, naquele país, as flores aparecem em dezembro, portanto no inverno, e duram ao redor de 20 dias, mas tem acontecido de durarem muito mais. Isto ocorre independentemente de haver ou não sol, ou se existe pouca, muita ou nenhuma neve. Mais chamativo ainda é o fato de plantas do mesmo tipo, cultivadas na vizinhança, não se comportarem assim; e quando uma muda desta planta é levada para outro lugar, ela segue comportando-se de forma excepcional.

Estudos científicos sobre o florescimento impossível de Bra têm sido feitos desde 1700 pelo Jardim Botânico da Universidade de Turim. Em 1882, Giuseppe Lanvini declarava que “o fenômeno transcende as leis físicas e biológicas”, confirmando o parecer emitido em 1817 por Lorenzo Roberto, químico e agrônomo de Alba. Em 1974, Franco Montacchini, que depois tornou-se diretor do Jardim Botânico, diagnosticou a perda do normal termoperíodo por parte da planta, e acrescentou:“Necessitaríamos determinar o motivo disto”. Um dos mais famosos botânicos italianos, Augusto Béguinot, depois de rigorosas comparações das análises químicas realizadas em plantas comuns desse gênero (Prunus) e nesta planta Prunus extraordinária (as análises confirmaram que elas são idênticas), excluiu que o florescimento em dezembro seja devido a “alguma qualidade específica que se possa constatar quimicamente”. Com humildade ele conclui: “Como cientista, não conheço e não uso a palavra milagre, mas justamente como cientista devo dizer que as leis naturais que dirigem a vida dos Prunus spinosa não são suficientes para explicar este fenômeno extraordinário de um duplo florescimento”.*

O milagre...
A esta altura, provavelmente, o leitor estará se perguntando: O que tem a ver esse fenômeno botânico com a Religião? Por acaso é um milagre ecológico?

Não, nada disso. Acontece que justamente onde se encontra essa planta deu-se uma manifestação de Nossa Senhora, no dia 29 de dezembro de 1336. Nessa época, numerosos soldados eram contratados como mercenários, e muitos deles não se destacavam pela disciplina nem pela virtude. E aconteceu que uma senhora, Egidia Mathis, que estava grávida, voltava para casa quando foi atacada por dois soldados. Percebendo as más intenções deles, Egidia pediu auxílio a Nossa Senhora diante de uma imagem muito rústica, pintada e colocada ali perto num pequeno nicho. Em redor dela havia uma planta de Prunus spinosa. Nesse momento apareceu a Virgem, e bastou sua presença e sua luminosidade para pôr em fuga os criminosos. Egidia, certamente impressionada pelo perigo iminente, deu à luz nesse momento e no mesmo local, no meio do frio. Pegando seu filho recém-nascido, foi para casa e comunicou o que havia acontecido. As pessoas que foram ao local do fato se espantaram com o que viram: a planta estava toda florida, ao contrário das outras da vizinhança.

Como é fácil imaginar, a notícia chamou muito a atenção. Numerosas pessoas certificaram o fato, e desenvolveu-se no lugar uma especial devoção a Nossa Senhora, particularmente à medida que se repetia todos os anos o fenômeno do florescimento no meio do inverno. Em 1626 foi concluída uma igreja no local, à qual se acrescentou outra em 1933. Um dos grandes devotos dessa aparição foi São José Bento Cottolengo.

... inexplicável, mas comprovado

Seria facílimo para os incrédulos, ou para os inimigos de nossa Religião, constatar e demonstrar alguma falsidade no caso, se ela existisse. Tendo a ciência e a técnica chegado a grande desenvolvimento, ficariam eles encantados em mostrar ao mundo um caso de tapeação, acobertado sob a aparência dum milagre. Poderiam, por exemplo, procurar algum documento histórico que demonstrasse a existência desse fenômeno antes de 1336. Não faltariam tais documentos num país como a Itália, que conserva a tradição de guardá-los cuidadosamente desde o Império Romano. Também poderiam realizar outros tipos de testes científicos, buscando uma explicação natural. Acontece que esses testes foram realizados. Alguns analisaram o terreno, para verificar se por algum motivo a terra onde se encontra a planta é diferente do solo dos arredores. Nada encontraram. Outros realizaram provas eletromagnéticas, pensando que talvez alguma corrente subterrânea pudesse provocar fenômeno tão estranho. Igualmente ficaram desapontados. Apenas puderam constatar, como cabe aos cientistas, que o fenômeno é inexplicável.

Algum leitor poderá ficar surpreso com este relato. Habituado talvez com imagens mirabolantes que vê a toda hora na TV ou no cinema, produzidas por efeitos especiais, deve estranhar que nada tenha ouvido a respeito desse milagre. Mas tal surpresa seria realmente surpreendente, quando se conhece o cuidado todo especial que a mídia toma para evitar a divulgação de quaisquer fatos ou fenômenos que estimulem a verdadeira fé dos cristãos. A tal ponto que as pessoas honestamente desejosas de conhecê-los têm de recorrer a outras fontes e meios, como fazemos nós. Em concreto, o relato desse milagre chegou-me através de um amigo leitor de Catolicismo, ao qual muito agradeço. Depois de pesquisar sobre o assunto, decidi compartilhá-lo com os demais leitores.

Para quem tem fé, o milagre é uma manifestação a mais do poder e da bondade de Deus. E para quem não a tem, o milagre gera um sério problema de consciência, pois lança dúvida sobre os fundamentos nos quais se apóiam suas falsas certezas. Por isso mesmo, muitos preferem não o olhar de frente. Também por isso mesmo, devemos rezar a Nossa Senhora para que eles tenham ao menos a honestidade de reconhecer que o fato é inexplicável, como fazem os cientistas quando não há explicação natural para o fenômeno. Resta a explicação sobrenatural, que sempre existe!

E-mail do autor: valdisgrinsteins@catolicismo.com.br
Nota:* http://profezie3m.altervista.org/archivio/MadonnaFiori.htm
fonte:http://catolicismo.com.br/materia/materia.cfm?IDmat=369711A4-3048-313C-2EB600DAA5BD7E68&mes=Dezembro2009

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