quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Vida de Jesus em imagens e ordem cronologica



A APRESENTAÇÃO DO MENINO JESUS NO TEMPLO.
ENCONTRO DE JESUS NO TEMPLO ENTRE OS DOUTORES DA LEI.


A AGONIA DE JESUS NO HORTO DAS OLIVEIRAS.



Marta e Maria com Jesus
A FLAGELAÇÃO DE JESUS ATADO Á COLUNA

N S do Trabalho - 05 maio


Nossa Senhora do Trabalho se comemora no dia 5 de maio.
Esta devoção foi criada por São Luís Guanella, fundador de duas Congregações: Servos da Caridade e Filhas de Santa Maria da Providência.

A sua oração é utilizada por desempregados que precisam arrumar um emprego ou que querem fazer este pedido para alguém.

Oração a Nossa Senhora do Trabalho
Salve Virgem Maria, nossa querida Mãe e Padroeira!
Como filhos, nos dirigimos a Vós com toda a confiança, implorando a Vossa benção, de modo especial pelos nossos trabalhadores, por todos aqueles que labutam no dia-a-dia para conseguir o sustento da própria família.
Concedei-nos, nós Vos pedimos, que este labor seja dignificante, de modo a favorecer Vossos filhos.
Que haja muita consciência da nobreza do trabalho e que nenhum de nossos irmãos seja explorado pela ganância de riquezas.
Abençoai, ó Virgem do trabalho, nossa comunidade, nossas famílias e a cada um de nós.
Que saibamos sempre honrar-Vos neste Vosso Santuário como filhos devotos e obedientes. Intercedei, junto ao Vosso Filho Jesus, concedendo-nos vocações sacerdotais e religiosas e a perseverança final.
Assim seja. Amém!

Oração do Desempregado
Ó Mãe Amável. Nossa Senhora do Trabalho!
Prostrado aos Vossos pés, suplico-Vos, humildemente, olhai com bondade para este Vosso servo desempregado.
Minha situação é muito difícil.
Não sei mais a quem recorrer.
Tudo é insegurança e escuridão ao meu redor.
Por isso, estou em busca de uma luz.
Sei que posso encontrá-la batendo à porta do Vosso coração.
Quem recorre a Vós não fica de mãos vazias, desprotegido, pois sinto que encontro segurança em Vossas mãos sob o Vosso olhar de ternura e abrigado por Vosso manto protetor.
Aceitai, portanto meu apelo concedendo-me a graça de um emprego.
Preciso trabalhar!
Prometo-Vos que o meu coração estará sempre aberto àqueles que precisarem de minha ajuda.
Muito obrigado ó Mãe do Divino Trabalhador por ouvirdes minha oração. Amém!
(rezar um Pai Nosso e uma Ave Maria)

N S do Equilibrio


Histórico de Nossa Senhora do Equilíbrio:
Um dia de 1967, um monge da abadia de Fattochie, em Roma, rezava distraidamente.Vinha-lhe à mente, de modo obsessivo, a palavra equilíbrio. Saindo da Capela, foi ao sótão do mosteiro para colocar algumas coisas em ordem. De repente, caiu-lhe nas mãos uma rude e compacta tábua sobre a qual estava fixada uma chapa metálica oxidada com o relevo de uma orante.
Inspiradamente exclamou: Santa Maria do Equilíbrio !!!

E entregou-a ao monge Armando Paniello, que a reproduziu numa estampa com um vestido amarelo, frisado, e longo, véu azul, da cabeça aos pés, braços e mãos estendidos verticalmente até o colo, pés descalços, como que a admoestação, nesta posição hierática, um espiritual equilíbrio.
Em 19 de setembro de 1968, Dom Armando solicitou uma audiência com o Papa Paulo VI. Ao receber a estampa, o Pontífice, radiante e de braços abertos exclamou:

“Santa Maria do Equilíbrio!… ah, é justamente dela que se precisa!”.
“Qual deve ser o dia de sua festa?” – perguntou-lhe o monge.
Ao que responde o papa:
“Dela não existe uma festa, porque deve ser invocada da manhã à noite”.

Propagada pela Irmã Aquilina em 1993, a devoção a santa chegou a Curitiba. Em fevereiro de 1994 o arcebispo da cidade, D. Pedro Fedalto, lançou o desejo de edificar um santuário dedicado à Nossa Senhora do Equilíbrio.Em 25 de outubro de 1998, foi lançada a pedra fundamental da obra e em 31 de maio de 2000, o ano do grande Jubileu de Jesus Cristo, foi assinado o contrato de comodato com a Mitra Arquidiocesana. No mesmo ano, em setembro, foi fundada a Associação Luz do Mundo para gerir a grande obra, tendo como presidente a própria Irmã Aquilina.
Informações extras: Rua Amadeu Pinto, 4505- Curitiba/ PR

HISTÓRICO DO SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DO EQUILÍBRIO:

A devoção à Nossa Senhora do Equilíbrio começou a ser propagada em maio de 93 pela Irmã Aquilina, religiosa da Congregação das Irmãs da Sagrada Família, nos Grupos de Oração por onde pregava.

N. S. da Doce Espera - Virgem da Expectação do parto - Virgem da Esperança

Devoção que nasce desde o princípio do Cristianismo
As origens desta devoção mariana datam do princípio do Cristianismo, e tem profundas raízes bíblicas. Como explica o sacerdote Miguel Manzaneras, "já no Antigo Testamento o profeta Isaías anuncia o grande sinal divino da donzela grávida que dará a luz a um filho que será chamado 'Emmanuel', que significa 'Deus conosco' (Is7, 14)", uma profecia que "se cumpriu plenamente na Virgem Maria".

Nas Sagradas Escrituras também está a primeira grande devota à Nossa Senhora da Doce Espera; trata-se de Santa Isabel, quem proclamou o "Ave Maria", declarando-a como "a mulher bendita entre todas as mulheres pelo fruto de seu ventre", como sublinha o Padre Manzanares.
Foi só até o X Concílio de Toledo quando se estabeleceu oficialmente o dia oitavo, antes do Natal, como data para celebrar a Virgem Mãe, mantendo-se igualmente a solenidade da Encarnação que ocorre a cada 25 de março. Com o tempo esta devoção recebeu outros nomes como o da Virgem da Expectação do parto, ou Virgem da Esperança.
Além da Bolívia, com sua celebração em La Paz, vários países também tem especial devoção a esta bela invocação, entre eles Argentina, Paraguai e Peru.

Entendo que é a mesma que a N S do Ó
link http://www.gaudiumpress.org/content/64769-Igreja-na-Bolivia-promove-Procissao-com-Nossa-Senhora-da-Doce-Espera-como-preparacao-ao-Advento#ixzz3wksUyOHh
Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte. 

Nõssa Senhora dos Aflitos

Nossa Senhora Consoladora dos Aflitos
Na situação de angústia, sofrimento e solidão, o ser humano necessita de ajuda.

Também conhecida como Nossa Senhora da Consolação ou Nossa Senhora Consoladora dos Aflitos, Consolata em italiano e Nossa Senhora da Correia.

Encontramos na Bíblia, inúmeras passagens onde pessoas, em situação de sofrimento, sentem em Deus amparo e refúgioNão tenhas medo, estarei contigo”. Não te deixarei. Sê forte. Não olhes para trás”.

O alento pela fé em Deus, transforma-se em esperança e ternura de pai e mãe. “Estive preocupado contigo, desde quando estavas no ventre de tua mãe. Amei-te com amor eterno”. Deus vem ao nosso encontro com palavras imensamente consoladoras: “Lázaro recebeu males. Agora, porém, ele encontra consolo aqui” (Lc 16,25). No sermão das bem-aventuranças, Jesus proclama: “Felizes os aflitos, porque serão consolados” (Mt 5,4).

Jesus nos revelou o Pai e nos deu por mãe a Sua Mãe (Jo 19,26s). As grandes virtudes de Maria são proclamadas na Ladainha de Nossa Senhora, com cinqüenta invocações, entre elas está a Consoladora dos Aflitos.

O Padre Narciso Zanatta, quando ainda seminarista, teve sérios problemas de saúde que o ameaçava de prosseguir em seus estudos para o sacerdócio. Orientado pelos superiores (Padres Jesuítas), apegou-se à oração e rezando a Ladainha de Nossa Senhora, a Ela recorreu com a invocação de Consoladora dos Aflitos. Em pouco tempo, recuperou plenamente a saúde. Em sinal de gratidão, assumiu o compromisso de que, em todos os lugares onde fosse trabalhar, iria propagar a devoção a Maria com o título de Consoladora dos Aflitos.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

N S dos Remedios


Oração

Ó Virgem bendita, nós Vos louvamos, sob o título, para nós tão querido, de Nossa Senhora dos Remédios.

Cada um de nós confessa que é um doente da alma mas, ao mesmo tempo, cada um de nós reconhece também que Vós nos destes Cristo, Remédio Universal para todo o pecado do mundo.

Por isso, prostrados aos Vossos pés, suplicamos ardentemente que, pela Vossa intercessão, nos sejam aplicados os méritos infinitos da Redenção.

Confiamos na Vossa onipotência suplicante, pois sabemos que o Senhor pôs em Vossas mãos a distribuição dos favores celestes.
Dizei-lhe, como Maria de Betânia, que está doente aquele a quem tanto ama.
Fazei descer sobre nós a graça divina, suficiente a cada estado de vida, e movei-nos a torná-la eficaz pela nossa fiel correspondência.
Tirai, Senhora, tirai deste tesouro inesgotável, que é o Coração do Vosso Filho, esta graça que com particular fervor Vos pedimos.
Dai-nos que perseveremos docilmente, e até à morte, no Vosso amor e no do Vosso Filho Jesus, que com o Pai e o Espírito Santo vive e reina por todos os séculos. Assim seja.

Oração a Nossa Senhora dos Remédios
Ó Virgem Santa, filha predileta do Pai,

Mãe de Jesus Cristo e 
Templo vivo do Espírito Santo.
Nós vos invocamos como nossa Mãe e Saúde dos doentes.
Ó Senhora dos Remédios, assisti-nos em nossas enfermidades corporais e espirituais.
Abençoai as nossas famílias.
Daí-nos força para que sejamos bons cristãos, seguindo o exemplo de Jesus.
Queremos viver sempre como vossos filhos.Nossa Senhora dos Remédios, rogai por nós.

A  HISTÓRIA DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS

A devoção a Nossa Senhora, sob o título dos Remédios (ou Bom Remédio, do Remédio), começou com São João de Matha, fundador na Ordem da Santíssima Trindade, e morto em Roma em 17 de dezembro de 1213. Com o objetivo de resgatar os cristãos escravizados na África e no Oriente Médio, São João da Mata e São Felix de Valois fundaram em 1198 a Ordem Hospitalar da Santíssima Trindade. Precisavam, para isso, de vultosas somas em dinheiro. Recorreram, então, ao auxílio de Maria Santíssima, o remédio para todas as necessidades que encontramos na vida. Foram abundantemente atendidos e conseguiram libertar da escravidão milhares de irmãos na Fé.

Na linguagem medieval, os verbos “redímere” e “remediare” e os substantivos “redémptio” e “remédium”, tinham um significado similar: redimir, resgatar, resgate, remédio (com o sentido de salvação, libertação). Isto explica porque, nos escritos dos séculos XVI-XVII, se dão a padroeira os três títulos: “do Remédio”, “do Resgate”, “da Libertação”.

A representação mais antiga hoje conservada é uma imagem românica, que pertenceu à primeira casa dos trinitários em Marselha: a Virgem está sentada, com o Menino no braço esquerdo e com a bolsa de dinheiro no direito. A bolsa alude, como relatam muitos biógrafos, à aparição e ao socorro dado por Nossa Senhora a São João de Matha, em Túnis e em Valência (Espanha). São João de Matha estava sendo atormentado pelos muçulmanos que exigiam o preço duplicado por escravos já resgatados, sob ameaça de reconduzi-los em prisão. Tendo-lhe suplicado fervorosamente como Mãe do Bom Remédio, foi por Ela miraculosamente provido.

Segundo o livro “Invocações da Virgem Maria no Brasil” de Nilza Botelho Megale (3ª. Edição- Ed. Vozes), esta invocação, de sabor tipicamente colonial, era muito popular na velha Lusitânia, principalmente nas cidades de Santarém e Lamego. Foi introduzida em Portugal por religiosos franceses da Ordem da Santíssima Trindade para a redenção dos cativos, que estiveram em Lisboa no início do século XIII.

No Brasil, Nossa Senhora do Bom Remédio é mais conhecida com o título de “Nossa Senhora dos Remédios”. Os frades Trinitários, com suas Confrarias e os devotos, se empenhavam na difusão de suas devoções específicas e assim trouxeram para o Brasil o culto da Virgem dos Remédios, em honra da qual ergueram capelas em várias províncias do Nordeste (Maranhão, Pernambuco e Bahia) e nas regiões barrocas de Minas Gerais.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Nossa Senhora do Bom Parto

Virgem Santíssima, virgem antes do parto, virgem no parto e virgem depois do parto tal foi a obra do Espírito Santo que gerou em Vosso ventre o Esplendor do mundo o Vosso adorado e precioso filho Jesus Cristo.

Infinita foi a alegria em conduzir em Vossos braços esse penhor de eterna duração essa fonte de riqueza que vos fez subir ainda mais a esse trono que tanto Vos glorificou como Rainha dos Anjos e porque padecestes a mais crucificado o Vosso Adorado Filho e nessa hora que tudo para vós era dor e aflição, nunca achastes quem vos consolasse, senão a Vossa ternura de Mãe Santíssima a todos os momentos precisam os pecadores de Vosso amor e bondade mais do que nunca como nessa hora (PEDE-SE A GRAÇA) dando-me um bom sucesso e a todos quanto imploram o Vosso Santo nome. Amém!

NOSSA SENHORA DO BOM PARTO
Os títulos de Nossa Senhora, "do Bom Parto" e do "Bom Sucesso" nasceram aos pés da imagem da Virgem Negra de Paris, venerada na antiga igreja Saint-Etienne-des-Grès, capital francesa. Invocar a proteção da Mãe durante a gestação e parto é o que toda família cristã sempre fez ao longo dos séculos.

O culto à Virgem do Bom Parto é uma das mais tradicionais devoções da França, Espanha e Portugal, que se espalhou por muitas outras nações.

No mundo cristão, esse culto aparece com títulos semelhantes, como Nossa Senhora do Divino Parto, entre outros, porém as imagens representam a Virgem com a pele clara.

Nos registros das primeiras igrejas cristãs, encontramos muitas indicações sobre estátuas e pinturas da Virgem Maria com a pele morena.

Nossa Senhora do Ó ou N S da Expectação


Nossa Senhora do Ó:

invocação surpreendente... mas encantadora

Curiosa devoção mariana com profundas raízes no Brasil
· Valdis Grinsteins

Certos nomes ou invocações de Nossa Senhora, pelo fato de os termos ouvido sempre, desde a infância, não nos chamam a atenção. Mas, para quem nunca os ouviu, parecem um tanto estranhos.

Fato muitas vezes embaraçoso para quem reside ao lado de uma imagem que sempre invocou e nem sabe qual a origem do nome. Foi o que aconteceu a um amigo com a invocação de Nossa Senhora do Ó. Tantas vezes a ouviu, e quando lhe perguntaram o significado dela, que perplexidade!

Ó Menino Jesus!


Após o pecado original, Deus prometeu a Adão que viria um Redentor. A humanidade ficou séculos esperando o nascimento dAquele que nos abriria as portas do Céu. Especialmente no povo eleito, havia os que aguardavam o nascimento desse Salvador, o Messias. E sobretudo esperava-O ardentemente uma donzela pertencente ao povo judeu: Maria Santíssima.


Para celebrar essa expectativa de Nossa Senhora, o anseio e a alegria com que Ela aguardava o nascimento de seu divino Filho, determinou a Igreja que a última semana antes do Natal fosse denominada “da expectação” ou “da esperança”. E que esses desejos estivessem refletidos nas antífonas do Ofício ou Breviário que devem rezar sacerdotes e religiosos.

Por coincidência, nessa mesma semana elas começavam todas por Ó!. Assim eram lidas as antífonas Ó! Sabedoria, Ó! Emmanuel, Ó! Rex Gentium, Ó! Adonai, Ó! Radix Jesse, Ó! Clavis David etc. Antífonas que terminavam todas com a invocação “Veni”, vinde.

Tais súplicas ardentes para que viesse logo o Salvador do mundo, a Santa Igreja as extraiu das mais notáveis passagens da Sagrada Escritura, nas quais os Patriarcas e Profetas manifestam seus desejos de que nascesse o quanto antes o Redentor.

Se eles manifestavam assim tais desejos, quanto mais não os manifestaria Nossa Senhora, que sabia estar tão próximo o nascimento do Messias! E se eles diziam: Ó! Senhor, vinde logo, com quanta mais fé Nossa Senhora não diria o mesmo! Desse pensamento piedoso nasceu a devoção a Nossa Senhora do Ó.

Uma devoção que sobrevive à transformação da cidade de São Paulo

Igreja N S do Carmo - Antiga Sé -Catedral Metropolitana

Logotipo
A História 
foi a Catedral até a década de 1970
Em 1976 foi inaugurada a Catedral Metropolitana na Av. Chile - RJ

A história da Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé se confunde com a história do Brasil. Mais do que isso, ela foi o palco de alguns dos mais importantes momentos dessa história, como a coroação de Dom Pedro I e Dom Pedro II, além de cenário dos casamentos reais.

A Igreja nasceu como uma pequena ermida dedicada à Nossa Senhora do Ó, construída poucos anos da ocupação portuguesa. As escavações realizadas durante a reforma feita em 2008 revelaram vestígios de mangue, o que indica que provavelmente ela foi construída muito próxima da areia e voltada para o mar. Ou melhor, como mandava a tradição na época, voltada para Portugal.

Quando a ordem carmelita chegou ao Brasil, por volta de 1590, ocuparam as instalações dos beneditinos, entre elas, a ermida, que foi convertida em Capela da Ordem do Carmo. Em 1619, os frades iniciaram a construção de um convento, ao lado da capela e uniram os dois edifícios por de uma torre com portaria, posteriormente demolida para esticar a Rua Sete de Setembro (a torre agora existente é do século XX, realizada pelo Cardeal Arcoverde). O convento, de dois andares e 13 janelas cada, voltado para a Praça XV de Novembro seria ocupado mais tarde, pela Rainha D. Maria.

Anos depois, a capela, que estava em estado precário desabou e por volta de 1761, foi construído um novo tempo. O templo atual, da lavra de Mestre Manuel Alves Setúbal, com o nártex já voltado para o mar (a antiga capela, porém, era voltada para o convento). O Mestre Inácio Ferreira Pinto realizou a belíssima talha dourada em estilo rococó. Quanto ao exterior, apenas o primeiro andar da fachada, com os três portais em estilo pombalino lisboeta, é ainda original. Foi essa igreja que, em 1808, D. João VI transformou em Capela Real, quando chegou ao Brasil. A família real foi instalada no então Palácio dos Vice-Reis, que hoje é o Paço Imperial, e que fica na Praça XV.

Até 1976, quando foi inaugurada a Catedral Metropolitana, a Antiga Sé foi a igreja onde aconteceram algumas das cerimônias mais importantes da história do Brasil. Depois da morte de Dona Maria I, em 1816, a igreja ganhou novo sino e nova torre sineira para a aclamação de D. João VI como rei, em 20 de março do mesmo ano. Mais tarde, em 10 de dezembro de 1822, com a coroação de D. Pedro I como imperador e com o Brasil já independente de Portugal, o tempo passa a ser Capela Imperial. Mais tarde, também vai ser a igreja que acontece a coroação de D. Pedro II, além de todos os casamentos reais, como o da princesa Isabel com Louis Phillippe Gaston d’Orléans, o Conde D’Eu, em 15 de outubro de 1864.

Com a proclamação da república, a igreja é remodelada pelo Cardeal D. Joaquim Arcoverde e é inaugurada como Catedral Metropolitana em 1º de maio de 1900.
Av 7 de setembro/ rua 1º de Março  -Rio de Janeiro

N. S. Grávida